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Aerdna no Mundo?

A definição da palavra "mundo", não é restrita. A minha preferida, engloba os vàrios conjuntos de realidades concretas e imaginadas. Aqui veremos o mundo pela escrita de Aerdna.

Aerdna no Mundo?

A definição da palavra "mundo", não é restrita. A minha preferida, engloba os vàrios conjuntos de realidades concretas e imaginadas. Aqui veremos o mundo pela escrita de Aerdna.

A era da imagem ganhou um problema? Sim o arquivo.

videoBatota.jpg

 Jogar com 5 Ases - Foto no site Freepik

 

  "Segundo o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, ' plagiar ' significa "copiar ou imitar, sem engenho, as obras ou os pensamentos dos outros e apresentá-los como originais". Por outras palavras, plagiar significa surripiar, roubar, furtar palavras, ideias e pensamentos de outros. Trata-se, portanto, de um ato de fraude (académica) ou, mais coloquialmente, batota.

 Na economia ortodoxa (em inglês, mainstream economics), a fraude/batota traduz um exercício simples de análise custo-benefício..." por Aurora Teixeira no Expresso & economia à sexta.

 Podem seguir o link anterior para ler o resto do artigo. Se vos interessa o uso e manipulação de imagem e a mà influência que isso tem na ecomia que nos rege a todos, vão gostar.

 

Vejam este video postado no Youtube pelos brasileiros do "Porta dos fundos" além de divertido é bastante ilustrativo (e global diria eu):

 

 

 Não há necessidade de acrescentar nada. Estamos há tempo demais a ser governados por imagens.

 

 A mim ocorre-me outra imagem: a caverna de Sócrates da obra de Platão “A república”, escrita por volta do século IV a.C.

 

caverna de socrates.jpg

 Imagem no Wikipédia, "Alegoria da caverna"

 Muito resumidamente, a realidade que vivemos é um reflexo, uma sombra de uma outra dimensão.

 Extremamente bem utilizada, ao longo dos séculos esta arte de ilusionismo permite mover as massas assente na imagem que um individuo ou um conjunto de indivíduos quer projectar de forma a ter poder (o poder só existe como o conhecemos porque nos deixamos explorar nas nossas ignorâncias e egoísmos que não nos deixa olhar muito além do nosso umbigo).

 Isso permite os plágios. Hoje com os dias contados, devido aos arquivos de que dispomos e à facilidade de manuseamento. Mas cuidado, eles sabem disso e não terão pudores em usar o seu “poder” para nos tirarem essa arma. Seja pelo bloqueio da internet e os seus conteúdos, encarecer os equipamentos com taxas e desculpas duvidosas, seja pelo marketing manipulado para além da sua função (dar a conhecer).

 Existe uma velha frase, que creio ser de Yves Saint Laurent que reza: “não há uma segunda hipótese de causar uma primeira boa impressão”. Isso tem sido tão martelado e divulgado que tomamos como verdadeira. Não nos damos o tempo necessàrio para a questionar. Ele falava de moda, outros alargaram o sentido de forma muito proveitosa. Creio que aí reside a explicação para a cada eleição se renovarem os líderes dos derrotados.

 Pessoalmente, não me impressiono com primeiros sorrisos e maneiras educadas. Espero para ver se mantêm a postura ou deixam cair a careta. Mas na vida pública isto não é muito fácil de aplicar. Se tiverem uma boa ideia, partilhem-na por favor.

O que é certo, é que teremos de deixar que nos enganem com receitas tão velhas. E não me refiro só os executivos na governação do país. Refiro-me ao senhor atrás do balcão do nosso banco (que nós levamos lá o nosso dinheiro e a seguir passam a trata-lo como deles, perdemos direitos de propriedade), o nossos vendedores, os senhorios , os patrões e os gestores da treta que não têm mais que a imagem bem estudada.