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Aerdna no Mundo?

A definição da palavra "mundo", não é restrita. A minha preferida, engloba os vàrios conjuntos de realidades concretas e imaginadas. Aqui veremos o mundo pela escrita de Aerdna.

Aerdna no Mundo?

A definição da palavra "mundo", não é restrita. A minha preferida, engloba os vàrios conjuntos de realidades concretas e imaginadas. Aqui veremos o mundo pela escrita de Aerdna.

Relembrando a capacidade destrutiva do Homem: HIROSHIMA dia 06/08/1945 às 8h15m…

HIROSHIMA.JPG

 

6 de Agosto de 1945 – HIROSHIMA é atacada pela primeira Bomba Atómica, a que os EUA se deram ao trabalho de baptizar como “Little boy”, sem se importarem com os 250 000 mil mortos e feridos, todos com nomes e histórias pessoais.  

 

 

(Existem informações diferentes em relação ao número de vítimas, mas são sempre demasiadas.)

 

 

Montagem com fotos de Matsushige Yoshito.

“MEU DEUS, O QUE É QUE NÓS FIZEMOS?” – Foram as palavras demasiado tardias, do co-piloto Robert Lewis, que a bordo do avião “Enola Gay”, junto ao seu capitão Paul Tibbets, lançou a primeira Bomba Atómica sobre uma população maioritariamente inocente.

 

Esta história devia ser lembrada mais vezes, para nos manter fresco na memória, como o jogo de interesses de uns poucos, nos colocam a todos em cheque/perigo. Não importa se estamos ou não inocentes, quando a ambição de alguns ganha terreno, todos pagamos.  

 

Naquele dia teria bastado que aquele co-piloto e o seu capitão Paul Tibbets, tivessem tido alguma moralidade e consciência, e pegassem naquele avião e fizessem a bomba desaparecer no meio do oceano, e depois desaparecessem no mapa (digo eu).

 

Mas o mundo não é assim, tão simples e quem nos manipula, nunca conta a história toda, não é?

 

Dos 1.500 membros do esquadrão, Tibbets (o capitão) era o único que sabia para o que estava sendo treinado. Os demais membros da tripulação que acompanhou o piloto apenas tinham recebido instruções pouco precisas sobre os reais objectivos da missão.” – in wikipédia.

 

Se podemos tirar alguma lição desta tragédia, é essa: QUESTIONAR e questionar, para não acabarmos como os assassinos de mais de 119 000 pessoas e responsáveis pela decadente qualidade de vida de outros tantos. Apesar do que nos diz o manipulador, nós podemos sempre escolher, precisamos de procurar informação para que isso ocorra.

 

“Não só os nossos filhos e netos, mas todas as gerações futuras não devem ter que passar por essa tragédia. É por isso que eu quero que os jovens ouçam nosso testemunho e escolham o caminho certo, o caminho que conduza à paz."” - Matsushige Yoshito (único fotógrafo a registrar o cenário).

 

Para os que queiram informação, podem procurar em português:

http://9d03.blogspot.fr/2011/06/depoimento-de-sobreviventes-da-bomba-de.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hiroshima

http://tudovosso.blogspot.fr/2011/05/depoimento-de-robert-lewis-co-piloto-do.html 

 

“… será que as novas gerações estão cientes dos perigos de uma guerra nuclear? - Perguntam neste artigo onde se simulou o efeito de uma bomba atómica em Lisboa (e outras cidades do mundo):

http://observador.pt/2015/08/05/hiroshima/

 

Manter a memória viva, para não sermos surpreendidos.