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Aerdna no Mundo?

A definição da palavra "mundo", não é restrita. A minha preferida, engloba os vàrios conjuntos de realidades concretas e imaginadas. Aqui veremos o mundo pela escrita de Aerdna.

Aerdna no Mundo?

A definição da palavra "mundo", não é restrita. A minha preferida, engloba os vàrios conjuntos de realidades concretas e imaginadas. Aqui veremos o mundo pela escrita de Aerdna.

O meu problema com as regras ! Seguir ou não seguir, ….

As regras são precisas?

Sim. As pessoas precisam delas como linhas orientadoras.

Devem ser seguidas?

Sim, o mais possível.

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in Facebook 

 

As regras são incontestáveis?

 

E aqui surge o meu problema com elas. As regras determinam que se deve adoptar determinado comportamento, de forma a evitar um grupo específico de problemas.

 

Mas esses problemas às vezes são meros interesses pessoais de determinado grupo ou individuo e eu aqui acho que devo avaliá-las e perceber se são úteis, se têm razão de ser, se me favorecem ou pelo menos se não me prejudicam.

 

As regras são muitas vezes impostas como forma de manipulação ordenada de longo alcance. Um exemplo disso é a religião, a justiça ditada pela política, ou as impostas por indivíduos com poder que não mereceram. E estas regras devem ser reflexionadas por todos.

 

Existem regras universais, que se aplicam a toda a humanidade e têm como função preservar a dignidade e a paz entre os seres que habitam este planeta. Algumas dessas regras estão descritas nas escrituras sagradas (visto que a religião foi dos primeiros a ter a preocupação e os meios de preservar o nosso património imaterial). Falo por exemplo dos “Mandamentos”.

 

Mas analisemos uma questão:

 

Mesmo as regras que têm como interesse proteger a humanidade devem ser sempre cegamente respeitadas?

 

O mais que se puder, mas por algo surgiu o dito: “para toda a regra existe uma excepção”. E passo a exemplificar:

 

Encontramo-nos encurralados com uma arma à mão, e junto a nós temos um indivíduo com uma faca numa mão e com a outra agarra-nos os colarinhos. A sua expressão é arrepiante, assustadora, sabemos o que quer. Intuímo-lo. “Vai-me matar. O que faço?”

 

Aqui a regra diz: “Não matarás.”

 

O que é que vocês fariam?

 

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